Esse é o décimo terceiro podcast e, literalmente, a dose_INDIE é TREZE. Aproveito para me redimir de alguns vacilos. Bandas que estão entre as minhas preferidas, que escuto direto em casa e não sei porquê até agora não tinham entrado nos setlists anteriores. Com certeza muita coisa boa ainda ficou de fora, mas isso não é um grande problema, pelo contrário, daqui uns tempos acabo me redimindo novamente.

01 – Morrissey – On The Streets I Ran

“And when the Palmist said:
_ One Thursday you will be dead.
I said:
_ No, not me, this cannot be.
Dear God, take him, take them, take anyone
The stillborn, The newborn, The infirmed
Take anyone
Take people from Pittsburgh, Pennsylvania
Just spare me”

02 – Interpol – Length Of Love

Uma situação 13 envolvendo o Interpol foi que depois do lançamento do segundo disco, o Antics, o contrato com a Matador Records não foi renovado. Isso gerou uma certa dúvida sobre o futuro da banda. Em 2007, nós, fãs, fomos PRESENTEADOS com o Our Love To Admire.

03 – Flaming Lips – The Wand

04 – Elliot Smith – Fear City

Destaque especial ao Elliot Smith, essa sim, a história MAIS TREZE desse setlist. Em 2004, já no processo de mixagem do disco From A Basement On The Hill, ele se suicidou com uma facada no peito. Seu pai finalizou o disco, e as fotos utilizadas para a divulgação foram as de arquivo de família. O disco, da primeira a ultima música, é uma OBRA PRIMA. Fear City foi lançada numa compilação póstuma.

05 – R.E.M. – Man-Sized Wreath

Minha remissão com o R.E.M., de certa forma, começou em 2008, quando assisti o show da turnê do disco Accelerate em São Paulo. Aproveito para agradecer publicamente: OBRIGADO DÉ pelo ingresso.

06 – Suede – Together

Faço o “mea culpa” totalmente constrangido sobre o Suede. Depois do ínício, só agora voltei a colocá-lo no setlist. Ainda tenho a esperança de um dia assistir a banda ao vivo. Oficialmente o Suede acabou em 2002, mas o vocalista Brett Anderson, no comunicado oficial sobre a separação, soltou a seguinte frase “vocês ainda escutarão mais discos do Suede”. A dúvida ficou no ar.

07 – Tim Christensen – Jump The Gun

O multi-instrumentista dinamarquês encerrou a turnê do disco Honeyburst com uma apresentação no lendário Abbey Road Studio. O material capturado virou dvd e cd duplo. Mais um agradecimento público: OBRIGADO ROCHA, por me apresentar o Tim Christensen.

08 – Graham Coxon – Say So What

Bem no começo da gravação do disco Think Tank, no Marrocos, rolou a famosa “diferença artística irreconciliável” entre o guitarrista Graham Coxon e o vocalista Damon Albarn do Blur. Nessa história toda, o Damon saiu no prejuízo. O Graham, em paralelo a carreira da sua ex-banda, vem lançando ótimos discos solo enquanto o Blur está de férias por tempo indeterminado. Parece que voltou a rolar um certo “namorico” entre os caras e mais um disco com inéditas do Blur deve estar a caminho.

09 – Swirlies – Bell

10 – My Bloody Valentine – Cupid Come

Duas bandas se encaixam muito bem na situação criador e criatura. São elas: o My Bloody Valentine (criador) e o Swirlies (criatura). Tenho um amor platônico pelo My Bloody… Em 2008 os integrantes da formação original se reuniram para participar do Coachella Festival e desde então têm tocado esporadicamente. Fica aqui registrada a minha dica de banda para o Planeta Terra 2009. In My Bloody Valentine I Trust.

A grande diferença entre uma banda e outra é que o Swirlies soa mais audível, embora as duas saibam muito bem como uma banda NOISE tem que ser.

my_bloody_valentine_BLACK 

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Lex publica seu podcast às sextas-feiras no Sete Doses

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