Nesta semana, dois assuntos distindos.

Retomando um papo de duas semanas, há um grupo promovendo o boicote ao Facebook no próximo dia 6 de junho. O Dia sem Facebook quer ir contra as opções de divulgação de dados privados dos usuários.

A polêmica começou depois que o Facebook expandiu, há pouco mais de um mês o alcance do botão ‘Like’ para sites externos. Funciona assim: ao ver algo que te interessou na internet, você pode (nos sites que adotaram a ferramenta) clicar em um botão, “gostando” daquela página, daquele serviço, ou daquela empresa. A informação é apresentada, automaticamente no seu perfil, para todos seus amigos.

Facebook Protest

 

O simples ato, de acordo com os organizadores da campanha, é uma invasão de privacidade. Mas assim, ninguém é obrigado a anunciar no seu perfil que gosta de determinada marca. Faz quem quer.

Ainda assim, a campanha tenta fazer com que as pessoas não usem seu perfil no dia 6 de junho, mostrando assim que é contra tal invasão de privacidade.

Eu, muito dificilmente, pararei de usar meu perfil neste dia. Ainda assim acho que pelo menos nos EUA a campanha terá certo apelo. O que vocês acham?

A segunda parte da coluna desta semana é sobre o simpático jogo Sprace. O game foi projetado pelo Centro Regional de Análise de São Paulo (Sprace) da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e tenta, de forma simples e intuitiva, transmitir conceitos de Física para o público leigo e para estudantes.

sprace

 

Por se rtatar de um dos assuntos mais cascudos na grade curricular do Ensino Médio, acho que o jogo é um bom atrativo para estudantes e para quem, como eu, se interessa pelo assunto mas acaba se perdendo quando o conteúdo é um pouco menos mastigado que os livros do Stephen Hawking (principal cabela pensante dos nossos tempos, sem sombra alguma de dúvidas).

E o melhor de tudo, o jogo roda em qualquer computador, independente da configuração e do sistema operacional (levando em conta que ninguém hoje em dia usa um 386 jurássico e tem acesso à internet.)

Joguei e é bem divertido. Iria curtir bastante e acho que seria útil se estivesse no colégio.

 

Thiago Kaczuroski, o Kazu, escreve às quartas-feiras no Sete Doses e gostaria de entender mais sobre os números.

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