Como já fiz em outras oportunidades, o post desta semana não é necessariamente uma ilustração e sim um espaço que dedico à um determinado assunto. E nesta semana, um “evento” especial em pauta. A exibição do último episódio da última temporada da série Lost. Deixando de lado a premissa e o gran finale dessa epopéia que se arrastou e arrastou fãs por longos 6 anos, venho mostrar aqui um pouco da arte criada para o seriado que em muitas vezes serviu de suporte, ferramenta e também diversão, para um melhor entendimento e acompanhamento. Como diria nosso presidente, nunca na história da televisão vimos algo tão próximo do que foi a febre Lost.

 O primeiro cartaz da série.

As capas das temporadas

Iniciativa Dharma. Estampava os uniformes de seus membros além de toda parafernália que era utilizada por eles, alimentação, núcleos, objetos diversos. Para tudo havia uma simbologia diferente. Virou elemento obrigatório em qualquer material que ilustrasse a série.

A grande protagonista de Lost foi a Ilha. E não bastava apenas imaginar sua geografia através das citações nos episódios. Foram criados zilhões de mapas detalhados com tudo que havia nela.

Uma das grandes sacadas dos produtores de Lost foi a criação de um mundo real para a série. Como a companhia áerea Oceanic Airlines. A empresa tinha um site oficial com seus vôos regulares e notícias sobre o desaparecimento do voô 815. Anúncios foram publicados, spots de rádio, propagandas na tv paga e até um outdoor instalado na cidade de Seoul (acima).

Outro delírio foi a banda de Charlie Pace, um dos personagens da série. A banda tem seu site oficial com sua discografia completa, além de clips e downloads em MP3. Com a morte de seu mais ilustre integrante rolaram diversas homenagens, mensagens de fãs e cancelamento de uma turnê mundial. Acima o primeiro cd lançado pela banda.

Fechando, um novo cartaz bem bacana que sugere algumas respostas para a temporada final de Lost.

Alessandro Ziegler publica seus posts todas às quintas-feiras no setedoses

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