INFELIZMENTE perdi o show do Mark Lanegan, ontem, em São Paulo. Tomara que essa não tenha sido a primeira e ÚNICA vez dele por aqui. Ainda no clima do show que não assisti, a dose_INDIE passeia por vários projetos da sua carreira, que não está resumida apenas ao Screaming Trees.
 
01 – Screaming Trees – All I Know
 
Quatro anos depois do auge do Movimento Grunge, o Screaming Trees lançou o disco Dust, que carrega forte influência dos discos solo do Mark Lanegan. Ele é o terceiro por uma grande gravadora e o último da carreira da banda.

02 – Isobel Campbell e Mark Lanegan – Honey Child What Can I Do?
 
A Isobel Campbell ficou famosa no mundinho indie como vocalista do Belle And Sebastian. A evolução natural da sua carreira resultou no projeto solo. Sua voz suave combinada ao vozeirão do Mark Lanegan foram comparados ao período do disco Murder Ballads e a música “Where the Wild Roses Grow”, do Nick Cave com a Kylie Minogue.

03 – Mark Lanegan – El Sol
 
Música lançada no Whiskey For The Holy Ghost, segundo disco solo do Mark Lanegan. Bourbon e nicotina eram as substâncias usadas para aquecer as cordas vocais.

04 – Mad Season – I’m Above
 
Coletivo que contava com a participação do Barrett Martin, baterista do Screaming Trees e o vocal do Layne Staley, do Alice In Chains. “I’m Above” foi a segunda música do disco Above, que o Mark Lanegan emprestou a voz. A primeira foi “Long Gone Day”, que está no video abaixo.

05 – Queens Of The Stone Age – Auto Pilot
 
O Josh Homme ainda era guitarrista do Kyuss, banda anterior ao Queens Of The Stone Age, quando a amizade com o Mark Lanegan começou. Além de “Auto Pilot”, “In The Fade” foi a outra música que o Lanegan gravou para o disco Rated R.

06 – Screaming Trees – Dollar Bill
 
Sweet Oblivion foi o disco que consagrou o Screaming Trees no auge do Movimento Grunge, mesmo sem o esforço da banda para divulgá-lo, como a turnê européia que o Nirvana, o Soundgarden e o Pearl Jam fizeram.

07 – Mark Lanegan – Shooting Gallery
 
Mais uma música do disco Whiskey For The Holy Ghost. MAIS bourbon e MAIS nicotina.

 
08 – Soulsavers – Ghosts Of You And Me
 
Projeto inglês desenvolvido pela dupla Rich Machin e Ian Glover, que flerta com a música eletrônica, além do experimentalismo.


09 – The Twilight Singers – Live With Me
 
O Greg Dullie, vocalista do Afghan Wigs, montou o The Twilight Singers em paralelo a sua banda principal. “Live With Me” foi lançada no EP A Stitch in Time e é um cover do Massive Attack.

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Hoje, dia 25 de junho, faz um ano que perdemos o King Of Pop. A dose_INDIE relembra quatro momentos da sua carreira, que para mim são especiais.
 
01 – Michael Jackson – In The Closet
 
O clipe dessa música fugiu completamente de toda a perfumaria digital como aconteceu com o milionário Black And White, e o resultado ficou IMPECÁVEL. Uma locação árida, uma batida esperta, e uns esfregas calientes na top model Naomi Campbell era tudo o que precisávamos.

02 – Michael Jackson – Stranger In Moscow
 
Comecei a trabalhar com produção de comerciais para televisão em 1996, ano do lançamento desse clipe. O meu olhar crítico estava bem apurado. A qualidade técnica das imagens em slow motion, e o realismo da computação gráfica, para os padrões da época, impressionavam a cada cena.

03 – Michael Jackson – Remember The Time

Balada pop grudenta que ficou durante semanas na primeira posição em NOVE países, AO MESMO TEMPO. Atenção redobrada ao beijo sem encostar dos lábios aos seis minutos e nove segundos, com a modelo Iman Mohamed Abdulmajid, esposa do David Bowie.

04 – Michael Jackson – Give In To Me
 
A guitarra de “Give In To Me” foi tocada pelo Slash, que dispensa apresentação. No clipe dá para perceber como ele parece ser gente fina, sem estrelismo, além de excelente músico. O baixista é o Doug Wimbish, do Living Colour.

Em 1996, como parte de divulgação do disco HIStory, Jacko gravou o clipe de “They Don’t Care About Us” no morro Dona Marta, no Rio de Janeiro e no Pelourinho, em Salvador. Uma das polêmicas na filmagem envolveu o diretor Spike Lee que negociou com os traficantes locais para garantir a segurança do King Of Pop. O vídeo conta com a participação do Olodum, que ajudou a música a ficar “mais brasileira”.

E em 1999, a série de animação Celebraty Deathmatch, em que as celebridades do showbizz lutam em um ring até a morte, produziu um episódio MADONNA vs MICHAEL JACKSON. Diversão GARANTIDA.

 

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Lex publica seu podcast às sextas-feiras no Sete Doses

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