Uma pequena tesoura sobre a mesa. Sim, aquelas que usavamos quando criança no “prézinho”.  Então me vem à mente um garoto saltando. Um mergulho em direção ao desconhecido (?), ele é cortado ao meio. Metade do seu tronco segue sua meta, e a outra permanece dentro desse ambiente sem cores, que gira e gira…

Um conto que me surgiu hoje a tarde durante um café e conversas sobre perdas de memória. Lembrei dessa estórinha que eu mesmo inventei quando tinha lá meus seis, sete anos de idade. Seria possível eu lembrar de algo verdadeiro que estava armazenado na minha mente e que agora foi reativado por conta de um objeto tão usado na época? Ou foi apenas o café da tarde e o whisky de minutos atrás que provocou tudo isso? rs

Enfim, até que o resultado não é triste. Me parece até simpático e divertido.

Boa Sandrinho!!!

Alessandro Ziegler publica suas ilustrações às quintas-feiras no setedoses.

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