O alemão Michael Schumacher dominou a Fórmula 1 entre a metade final da década de 1990 e o começo dos anos 2000 e se aproveitou das regras da categoria e da falta de concorrentes de alto nível para deixar a principal categoria do automobilismo marcada por corridas previsíveis e monótonas. E quase sempre com suas vitórias.

Méritos totais de Schumacher, que contava com estratégias bem desenhadas por Ross Brawn, na Ferrari, mas precisava cumpri-las com precisão para triunfar. Foi assim no GP de Mônaco de 1999, quando o alemão largou da segunda colocação e definiu a corrida logo na primeira curva.

Schumacher sabia ser preciso superar o finlandês Mika Hakkinen logo na largada, diante do potencial do piloto de McLaren, mais rápido durante todo o fim de semana, e da dificuldade que é conseguir ultrapassar nas ruas de Montecarlo, onde é disputada a corrida mais tradicional e opulenta da Fórmula 1.

Hakkinen cometeu um pequeno erro no início ao patinar na largada. Schumacher, sempre atento aos erros de seus oponentes, aproveitou para forçar a ultrapassagem na primeira curva.

Depois, precisou apenas forçar o ritmo, abrir larga vantagem e ver o britânico Eddie Irvine assumir a vice-liderança da prova, completando uma dobradinha da Ferrari. Triunfo especial para Schumacher, que com perfeição aproveitou as oportunidades para vencer Hakkinen, mas também Niki Lauda ao se tornar o maior vencedor da história da escuderia italiana, com 16 triunfos. E ainda viriam muitos outros…

Leandro Augusto publica vídeos sobre esportes aos sábados no Sete Doses.

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