Nem temor nem esperança assistem
Ao animal agonizante;
O homem que seu fim aguarda
Tudo teme e espera;
Muitas vezes morreu,
Muitas vezes de novo se ergueu.
Um grande homem em sua altivez
Ao enfrentar assassinos
Com desdém julga
A falta de alento;
Ele conhece a morte até ao fundo —
O homem criou a morte.

W.B. Yeats, senhores. Esse aqui não é um espaço barato para publicação de autores conhecidos, e usar esse recurso reiteradamente está virando palhaçada. Próxima segunda faço o possível para voltar a produzir. Até essa semana estava sem computador e sem casa e, sinceramente, cuidando de tentar arrumar o quanto antes a minha vida em Manaus.

André Esposito Roston escreve para o Sete Doses às segundas-feiras.

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