Minhas dicas em poucos toques:

Exit Though the Gift Shop – esse é o documentário que o Coutinho queria ter feito. Agora, sério, ficção ou não? Genial. Pra mim, o melhor.

Abel – E não é que o Diego Luna tem futuro. Em sua estreia na direção fez um roteiro tenso, carregado, bem construído.

Suicide Club – Poderia ser mais convicente, prender mais… restou um bando de diálogos existenciais e roteiro previsível.

Bloomington – Malhação? Oi?

I am Jesus – Doc sobre os malucos que acham que são Jesus, incluindo o Inri Cristo. Precisa de mais alguma recomendação? rs

O Estranho Caso de Angélica – Para mim, esse é a homenagem definitiva de Manoel de Oliveira a Bunuel. Uma boa homenagem.

Irmandade – Precisa-se de coragem para dizer certas coisas…

LA Mosquieteira – gente louca fazendo filme para gente louca

Poesia – Outro destaque da Mostra para mim. Surpresa completa, um filme qu ensina sobre as relações humanas. Lindo.

Metropolis orquestrado no Ibirapuera – não foi um filme, foi uma experiência de vida.

Rashomon – Não se fazem mais gênios como antigamente.

Um dia da Vida – Se esse filme tivesse passado em outra sala com outro público, com certeza os espectadores teriam uma reação completamente diferente. Será que Coutinho consegue vencer Coutinho?

O Garoto de Liverpool – Legal, bonitinho e tal. Mas, porra, o “Lennon” do filme tinha olho azul e era gato. Não dá, né?

Atração Perigosa – Ops, dormi. Sério.

Em Luto por Ana – Ai, achei pesado.

Ana Luiza Ponciano escreve aos sábados no Sete Doses

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