É até meio redundante dizer que a internet facilitou o acesso ao conhecimento. Disso todo mundo já sabe. Mas nem todo mundo sabe onde efetivamente achar material para ajudar nos estudos e/ou fazer realmente aprender algo edificante (é sabido que a imensa maioria das pessoas usa seu tempo online fazendo N coisas, de pornografia a comunicação instantânea).

Por exemplo, você sabia que é possível ler as anotações das aulas do MIT, o Massachussets Institute of Technology, uma das 5 mais respeitadas faculdades do mundo, DE GRAÇA? Há alguns anos eles criaram o MIT Open Course Ware, um programa que disponibiliza mais de 2.000 cursos da universidade de graça, para quem quiser ler, em qualquer lugar do mundo.

Isso vai de encontro com a mentalidade que temos aqui no Brasil, do ensino superior ser algo ainda restrito a poucos. O MIT acha que, ainda que não substitua a experiência das aulas – e convenhamos, está realmente longe disso -, colocar as anotações dos professores, com as indicações de leituras, exercícios e exemplos pode encorajar pessoas a estudar, principalmente quem não teve uma oportunidade de fazer o ensino superior tradicional.

Ou então pra quem é curioso. Ou tem uma dúvida específica em algum assunto. Enfim, está lá, é de graça e é bem legal.

No Brasil temos algumas iniciativas neste sentido, principalmente com blogs que digitalizam livros. O mais legal deles é o Ebooks Grátis, que tem inclusive novidades, quadrinhos, revistas. Ele é ligado a um fórum bem completo, com clubes de leitura e gente que se disponibiliza a digitalizar as obras para que elas atinjam quem não consegue comprar.

Nem vou entrar na questão interminável sobre ler na tela x ler no papel e afins. O fato é que é sim possível conseguir de graça praticamente qualquer livro que se queira – ainda que isso seja “ilegal”.

Mas o site mais impressionante nessa modalidade é o Letras USP Download. A proposta é disponibilizar todos os textos pedidos nas aulas do curso de Letras da Universidade de São Paulo. Para nossa sorte, isso acabou virando um blog aberto, com links e mais links de download destes textos, muito bem organizados, e geralmente numa qualidade aceitável. Se você gosta de ler, dá uma fuçada por lá. Tem além das obras clássicas, uma infinidade de textos teóricos.

Se na época da faculdade existisse este blog, teria economizado fortunas de xerox.

Vale lembrar que o Domínio Público tem um gigantesco acervo de obras que não estão mais sob as leis de direito autoral. Excelente para pesquisas e, este sim, dentro dos conformes, sem pirataria.

E antes que você diga que “ah, esse esquema do MIT é mó legal, mas meu inglês é meio ruim”, te pergunto: conhece o Live Mocha? É uma escola de idiomas online. Vai fuçando que na semana que vem eu falo mais sobre ela…

Thiago Kaczuroski, o Kazu, escreve às quartas-feiras no Sete Doses e gosta mais dos livros de papel, mas vez ou outra gasta as pestanas lendo na tela, assim como você está fazendo agora.

Essa semana vi um post de um blog que eu não conhecia, o Waiting Room, com cinco aplicativos muito bacanas. Muitas vezes você tem uma ideia que se resolveria com um desenho, mas fica com preguiça de abrir aquele programa complicado, difícil de mexer?

Então saca só as dicas deles de cinco blocos de desenho que rodam direto do navegador. É claro que não são nenhum illustrator da vida, mas podem quebrar um galho para algum trabalho mais simples, ou para ajudar a guardar uma ideia.

Não vou comentar os cinco aqui. É só clicar na imagem para ver lá no blog como é cada um. Testei e é divertido.

Como vocês sabem, domingo lançamos o livro do Sete Doses na Bienal do Livro de São Paulo. Tarde deliciosa, com vários amigos, que esgotaram a primeira edição. Na feira foram lançados alguns modelos de leitores eletrônicos, mas ficou muito claro que os livros de papel ainda duram uns bons muitos anos como opção principal das editoras. Das grandes às nanicas.

Coloco então dois links que falam da questão livros/onde estamos/para onde vamos.

O primeiro é um comparativo muito legal feito pela revista Exame com praticamente todos os leitores eletrônicos que temos no mercado atualmente, com preços atualizados e funcionalidades.

O segundo, em inglês, é um interessante texto de um cara chamado Mike Walsh, que afirma que num futuro próximo, a função de editar um livro – no caso eletrônico – estará muito mais próxima do cinema e dos games. Vale conferir.

Thiago Kaczuroski, o Kazu, escreve às quartas-feiras no Sete Doses

Revoltei-me de vez com a escola durante o segundo colegial. Era quarta-feira, estudava no Objetivo, em Jundiaí, resolvi deixar a aula de física de lado e ir para a biblioteca. Estava sentado na mesa, quieto, lendo “Crime e Castigo”, de Fiodor Dostoiévski (1821-1881), quando a inspetora do colégio chegou. Tomei uma das maiores broncas da minha vida e fui suspenso por um dia. Só fui retomar a leitura no terceiro ano da faculdade. Na época, tinha 16 anos, não sabia direito quem era Dostoiévski e que no futuro aquele seria o melhor livro que eu leria em minha vida. Na verdade, apenas estava interessado no nome intrigante e na capa que me chamara atenção. Mas a inspetora, cruelmente, reprimiu a minha curiosidade.

Sempre fui resistente ao desestímulo literário que a maioria das escolas impõe aos seus alunos. A aula de literatura – pensando hoje como jornalista e, quem sabe, futuro professor – era patética. Preocupada em preparar os estudantes para o vestibular, a professora colocava em tópicos os períodos e suas características: informações insossas, descartáveis e desprovidas de qualquer sentido. Decorar o que formou o estilo do Indianismo é tão importante e excitante para a formação de um ser humano quanto o ato de roer as unhas.

Muitos dos melhores alunos do colégio que eu estudava hoje odeiam ler e não se interessam por nenhum tipo de arte ou manifestação cultural. A escola formatou a criatividade e matou qualquer tipo de curiosidade que existia dentro deles. A indicação de leituras incompatíveis com a idade e com a cognição em formação levou-os a se enojarem e se assustarem ao pensar em um livro. Ler “O Memorial do Convento”, de José Saramago, no primeiro colegial, por exemplo, é quase tão absurdo quanto empossar um garoto de sete anos como presidente de uma grande empresa.

Chega a ser engraçado pensar que a leitura é imposta no colégio como simples obrigação para o vestibular e que o famigerado “programa” se esqueça de orientar o aluno sobre o que um livro significa de fato. O prazer de ter a oportunidade de encontrar nas palavras de um autor os sentimentos que ele nutria na época em que vivia, encontrar beleza estética em parágrafos bem construídos e se envolver com personagens e situações que lhe fazem pensar na vida são descartados. Tudo isso não importa? Com 18 anos, mais do que nunca, o ser humano quer pensar na vida e não em um gabarito o qual até um macaco pode escolher entre a, b ou c.

Durante os três anos do meu colegial, a inspetora insistia em dizer que eu jamais chegaria a lugar algum com a minha postura. Matava aulas constantemente, desafiava professores e discutia com colegas que só sabiam falar de carros e motores. Tenho que admitir que eu era um moleque, não faria hoje as mesmas coisas daquele tempo. Mas a tal inspetora fazia questão de jogar na minha cara como eu seria um perdedor no futuro. No fim do terceiro ano, quando passei no vestibular, ela ligou em minha casa me convidando para posar para uma foto dos estudantes que entraram nas principais faculdades do País. Entre elas estava a minha, a Cásper Líbero. Não apareci, obviamente, mas desliguei o telefone com um sorriso maldoso e sarcástico no rosto. Apesar de nunca me esforçar para concretizá-la, a vingança sempre foi um dos meus pontos fracos.

André Toso escreve aos domingos para o Sete Doses

Nesta semana a discussão sobre livros de papel x livros eletrônicos voltou à baila com o anúncio feito pela Amazon. Eles afirmam que pela primeira vez a venda de e-books superou a de livros físicos.

É claro que o número pode enganar: as vendas de e-books superaram somente as vendas de livros de capa dura, tradicionalmente mais caros. (aqui a gente não tem muito disso, geralmente os livros saem em uma edição só. Nos EUA são lançados em capa dura e em paperback, aquela versão molinha, algumas vezes de bolso).

Para cada 100 livros de capa dura no último mês, a Amazon vendeu 143 livros via download, a grande maioria deles para seu leitor, o Kindle.

Esta semana eu consegui pegar na mão um Kindle por um pouco mais de tempo do que o que eu já tinha visto exposto em um estande. A versão internacional, comercializada em diversos países, tem tela de 6 polegadas mais ou menos (o que dá o tamanho de um livro de bolso).

O que impressiona é a qualidade da tela. Aquela coisa de cansar lendo na tela do PC não existe aqui. O tal do “papel eletrônico” é muito confortável. Não parece papel. Papel é outra vibe. Mas parece que dá pra ler por algumas horas sem o menor problema.

Li um texto completo desta vez, e é meio estranho ter que mudar de página apertando um botão – coisa que deve acostumar com o tempo. Não usei muito o teclado dele (dá para fazer anotações, por exemplo) mas o dicionário funciona que é uma beleza. Você marca a palavra e ele faz a busca.

Enfim, deu pra ter um gostinho e ficar com bastante vontade de ter um. Mas o modelo DX, com a tela maior deve ser mais bacana.

Falando sobre um assunto parecido, saiu recentemente no Brasil um livro muito interessante chamado Gadget: Você não è um Aplicativo, de Jaron Lanier.

Em junho ganhei este livro da Bebel Abreu, que o comprou em NY. Na época dei uma passada d’olhos e agora peguei para ler de verdade essa versão em inglês.

Na obra o autor fala sobre como a tecnologia acabou com as individualidades e derruba alguns dos jargões que ficaram conhecidos dessas novas gerações. Há também uma crítica à “adolescência prolongada” comum nos dias de hoje. Estou bem nessa parte. O Tiago Dória, em seu blog fala que o autor perde o foco no final, mas ainda estou um pouco longe dessa parte. Você pode ler a opinião dele aqui.

Leitura bacana para quem gosta dessa discussão tecnologia x vida real.

Thiago Kaczuroski, o Kazu, escreve às quartas-feiras no Sete Doses

O trajeto tem inicio na Estação Cidade Universitária. O trem está com todos os seus assentos ocupados, mas o movimento é muito mais tranquilo do que o habitual. Pode-se ficar em pé sem esbarrar ou se esfregar em outras pessoas. Tiro o celular do bolso, olho para o relógio e percebo que já são quase dez horas da manhã. Estou atrasado de novo.

Hoje, estranhamente, o Rio Pinheiros está inodoro. Talvez seja a frente fria que passa por São Paulo. Em dias de sol, os raios quentes batem na água escura do rio e um fedor inacreditável invade as estações e incomoda todas as pessoas que tentam chegar aos seus trabalhos.

Coloco meu ipod para tocar músicas aleatórias. Experiências anteriores me provaram que um trem da CPTM sem trilha sonora pode se tornar um pesadelo. Tudo incomoda: o apito agudo que anuncia as estações e o fechamento das portas, as conversas em voz mais alta do que o tolerável, o locutor que cospe – com sua voz irritante e impositiva – leis de moral e civilidade para um bando de animais arrebanhados. Em resumo, uma absoluta sinfonia do caos que estressa e deprime ainda mais o paulistano.

Começa a tocar “Wonderwall”, do Oasis. Fazia um bom tempo que eu não escutava essa música. Ela é realmente muito boa, é impossível negar isso. Sempre penso no Noel Gallagher terminando de compô-la e gritando, como alguém que acabou de ganhar na megasena: “Puta que pariu! Estou rico, caralho!”. É daquelas canções impossíveis de não estourarem: “And all the roads that lead you there were winding/ And all the lights that light the way are blinding/ There are many things that I would like to say to you/ But I don’t know how”.

A música atinge os dois minutos e trinta e três segundos e eu começo a observar as outras pessoas. Boa parte delas protege seus ouvidos com fones de diferentes formatos e cores. A maioria, porém, olha para o nada. Uma jovem, calçando botas negras até o meio das canelas, bate, tediosamente, os dedos no vidro da janela do trem com os olhos caídos e prostrados. Um senhor curva-se para proteger-se do frio. Esqueceu a blusa e agora sofre com as rajadas de vento que entram pela janela semi-aberta.

Ao passar pela estação Cidade Jardim, percebo que seis pessoas estão compenetradas em livros. A primeira que observo é uma senhora, de aparentes 45 anos, cor parda e roupa simples, que está na penúltima página do livro infantil “Quem Tem Medo de Bruxa?”, escrito por Fanny Joly e ilustrado por Jean Noel Rochut. A cena me chamou a atenção por dois motivos: primeiro que eu li este livro quando era muito pequeno, devia ter uns oito anos. Segundo, que ficou claro que a senhora estava aprendendo a ler e aquela era, certamente, uma das primeiras histórias em que ela mergulhava. Sempre é tempo. Para tudo. No assento ao lado, uma menina loira da minha idade, de beleza discreta e corpo esbelto, olhava as páginas com o canto dos olhos e soltava algumas risadas quase imperceptíveis. Certeza que ela também já tinha lido “Quem Tem Medo de Bruxa?”.

O ipod sempre surpreende. Após as guitarras do Oasis, começou a tocar “Monólogo de Orfeu”, a declamação de um poema de Vinicius de Moraes que faz parte do clássico “Orfeu da Conceição”: “A existência sem ti é como olhar para um relógio só com os ponteiros dos minutos”. Gênio!

Enquanto a voz macia e sempre triste do poeta lançava frase genial atrás de frase genial, o trem chegava à Estação Vila Olímpia e eu decidi conferir o que as outras cinco pessoas estavam lendo. Um rapaz, na casa dos 20 anos, em pé na porta do trem e postado ao lado do banco da senhora que aprendia a ler, grudava os olhos em “Assim Falou Zarastruta”, de Friedrich Nietzsche. Ele estava já no meio do livro e eu me perguntava como era possível. Tentei ler essa obra aos 19 anos e larguei o livro com a promessa de só voltar a entendê-lo depois dos 30. Do lado direito, sentado, um rapaz devorava “Laranja Mecânica”, de Anthony Burgess, que originou o clássico filme de Stanley Kubrick. O impressionante neste caso era o corpo curvado do cidadão, quase que mergulhando nas páginas do livro. Sua cabeça estava fixa para baixo, seu pescoço duro e os olhos vidrados. É fato que apenas o corpo dele estava no trem, a alma havia se entregado completamente aos personagens e à trama. Imaginei que, naquele momento, ele estava lendo o trecho em que o personagem principal invade uma casa, abusa de uma mulher e a mata utilizando uma estátua em formato de pênis gigante. Tudo na frente do marido dela. Realmente fica difícil não se render ao absurdo da cena descrita e esquecer o mundo externo.

Um detalhe interessante: as pessoas que liam estavam concentradas no mesmo canto do trem. Não entendi bem o motivo, mas parece que inconscientemente elas se uniam no mesmo local. Dei uma volta pelo vagão todo e apenas aqueles seis, um bem próximo do outro, portavam livros. Do lado do leitor de “Laranja Mecânica”, um homem pardo, de vestes simples e rosto duro, iniciava a leitura de “Uma Vida com Propósito”, uma obra cristã de auto-ajuda de Rick Warren, o livro mais vendido nos Estados Unidos em 2003. Uma tatuagem meio borrada no braço, escondida pela manga da camisa, denotava uma possível passagem daquele leitor pela cadeia. Ele com certeza buscava algum propósito.

A linha auto-ajuda realmente faz sucesso nos trens paulistanos, uma moça bem acima do peso, com os cabelos porcamente tingidos de loiro, lia com os lábios cerrados a obra “O Vendedor de Sonhos”, de Augusto Cury. Ela lia um trecho, fechava o livro, lia outro e tornava a fechá-lo. Não parecia muito concentrada. No banco oposto, trajando um lindo vestido roxo e uma meia-calça preta, uma morena, de corpo estonteante e rosto com traços grosseiros e queixo afilado, apoiava nos joelhos um livro enorme, com mais de mil páginas: “Introdução ao Direito do Trabalho”, cujo autor não consegui identificar. A caminho do escritório, a advogada sabia se vestir muito bem e parecia bastante estudiosa. Só não sei até agora se ela era realmente uma mulher.

O trem parou na Estação Morumbi e eu desci. Meu ipod tocava “Evil”, do Flaming Lips: “I wish I could go back/ Go back in time/ But no one ever really can/ Go back in time”. Sai feliz em direção ao meu trabalho. Em uma viagem de vinte minutos, normalmente entediante, havia conhecido de alguma forma a personalidade de seis pessoas. Às vezes, por meio da observação, o ser humano se desnuda muito mais do que com uma simples conversa. As palavras se tornam desnecessárias. Aquilo que as pessoas lêem no trem diz muito sobre elas. Rostos anônimos, assim como o meu, que ganharam vida conforme eu os percebia. Ás vezes, a vida pode ser bem interessante.

André Toso escreve aos domingos para o Sete Doses e está lendo “Fama & Anonimato”, de Gay Talese, pelos trens da cidade

Viagem ao mundo das Leituras

Para fazer o download clique aqui

Centro Cultural São Paulo

Fernando Macedo publica seu podcast às segundas-feiras para o Sete Doses

Por conta de uma série de eventos profissionais e privados que me impossibilitaram de sentar e escrever um texto decente, o post desta quarta-feira é novamente reduzido. Mas, para você, fiel leitor que sempre dá uma passada por aqui no meio da semana não ficar de mãos abanando, seguem alguns links interessantes para que seu tempo não seja perdido.

Pra começar, O Livreiro. Lembra quando as comunidades do Orkut ainda serviam pra alguma coisa e era legal entrar lá e discutir algo que prestasse? Então, O Livreiro é uma comunidade virtual para amantes da leitura. Até aí, cadê a novidade?

O diferencial é que ele tem apoio da Livraria Cultura, uns escritores fodões que postam textos e dão opiniões no site e gente que realmente parece gostar de livros (vamos ver até quando).

Com o funcionamento parecido com o Skoob, voê faz uma prateleira dos seus livros favoritos, os que está lendo e dá até pra acertar esquemas de trocas. (Mas para trocas mesmo, o indicado é o Trocando Livros, esse sim vale a pena, sou viciado).

Saca só uma rápida explicação do funcionamento do Livreiro:

Faz teu perfil lá. Eu tenho o meu, me adiciona como amigo que a gente discute.

Outra dica de leitura bacana é o Link desta semana. O excelente suplemento do Estadão traz uma interessante discussão sobre os novos jeitos de se assistir televidão. Fala até em uma “Geração Lost”, que mudou o modo como as séries americanas se espalham pela internet. Vale muito dar uma conferida.

Para terminar, dois dos meus vídeos independentes favoritos, daqueles que nem precisam de muitas palavras para explicar e que fazem pipocar as idéias:

(((Por razões X, o WordPress fica com prescura para embedar vídeos do Vimeo. Então clique no link abaixo para assisti a esse belíssimo curta-documentário)))

Fifty People, One Question: New Orleans from Benjamin Reece on Vimeo.

Fico por aqui, deixando a promessa de um post de verdade pra próxima quarta-feira.

Thiago Kaczuroski, o Kazu, escreve às quartas-feiras no Sete Doses.